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Os Melhores filmes de 2011

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
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Todos sabemos que este ano de 2011 foram lançados diversos filmes ótimos, apesar de que alguns devem achar que este ano não foi grande coisa em relação a filmes, e olhei em um site em que estes filmes que postarei abaixo foram considerados os melhores filmes de 2011.


Desses filmes, eu só assisti o Planeta dos Macacos e que realmente foi um bom filme, esses outros filmes podem até ser muito bons, mas eu com certeza colocaria outros filmes no lugar para os melhores de 2011. Mas é lógico que é muito questão de gosto, e estes filmes digamos que são para cada gostos específicos, e vocês o que acham desta lista ?

10 – Drive: Leia bem a premissa do filme: Ryan Gosling é um dublê em Hollywood que faz bicos de motorista para ladrões de banco à noite e se envolve com a mulher errada. Tem o que não gostar? Perseguições de carros, violência na cara e o filme de ação mais inusitado destes últimos meses. Pense em Velozes e Furiosos com boa direção e atores que sabem interpretar.

9 – O Palhaço: Dirigido, escrito e estrelado por Selton Mello, o longa transita entre a comédia melancólica e o humor depressivo como pouco se viu no país. Mello faz um palhaço em busca da própria identidade – por conseqüência, da alegria de viver. É um filme que não desce para piadas rasteiras e não se fecha em cabecismos. Por fim, ressuscita Moacyr Franco como um delegado casca-grossa.

8 – Planeta dos Macacos: A Origem: No meio de filmes de heróis conhecidos e sequências bombadas, ninguém deu muita bola para mais um capítulo da franquia O Planeta dos Macacos. Ainda mais uma reinvenção. Mas o longa de Rupert Wyatt surpreende por mostrar um grande roteiro, cenas de ação fantásticas e um símio digital (outra vez, Andy Serkis, que fez King Kong) que merecia uma indicação ao Oscar.

7 – Missão Madrinha de Casamento: A “mana do Ano” da GQ americana, Kristen Wiig, fez o que toda comédia queria fazer em 2011: ser o novo Se Beber Não Case – em um ano em que nem mesmo Se Beber Não Case 2 conseguiu. Filme feminino para o namorado ver sem reclamar.

6 – A Pele Que Habito: Pedro Almodóvar costuma se reciclar com um thriller. Talvez seja a forma de dizer como domina a técnica e vai além de seus exageros pessoais. A Pele Que Habito, além de englobar as características do diretor, entrega o melhor papel de Antonio Banderas em anos: ele é um cirurgião plástico em busca de vingança. Acredite, há muito mais por trás disso

5 – Cisne Negro: Um filme de balé pode ser o longa mais assustador do ano? A saga da bailarina de Natalie Portman em busca do papel de protagonista em O Lago dos Cisnes é dolorosa, incômoda e contada de forma cruel pelo diretor Darren Aronofksy.

4 – O Vencedor: Mudanças físicas radiciais não são novidade para Christian Bale – basta lembrar de seu corpo esquelético em O Operário. Mas o ator que veste a máscara do Batman atualmente consegue unir forma e conteúdo neste filme de David O. Russell. Bale faz um ex-boxeador junkie que tenta levar o irmão (Mark Wahlberg, ótimo) aos títulos do esporte. A química da dupla é impecável, o elenco secundário é primoroso e as lutas são dolorosas de se ver.

3 – Meia-Noite em Paris: Se Woody Allen ainda não voltou à forma total, essa comédia estrelada por intelectuais, dramaturgos e artistas na Paris dos anos 20 quase chega ao topo. Allen mostra que consegue adaptar seus diálogos rápidos a personagens clássicos e sabe sair exatamente na hora que o truque começa a cansar. E quem diria que Owen Wilson ainda sabe fazer papéis que não irritam?

2 – Os Descendentes: Alexander Payne, de As Confissões de Schimdt, quer entender a razão da tristeza independer de local, raça, sexo e grana. George Clooney é um cara rico, mora no Havaí, casado e com duas filhas. Mas seu castelo desmorona facilmente quando a mulher entra em coma e ele precisa contar com o resto da família para resolver problemas do passado e íntimos. Show de interpretação de todos os envolvidos.

1 – The Artist: O filme ainda não tem data no Brasil. Desculpe, mas não dava para excluir essa obra-prima do francês Michel Hazanavicius. Primeiramente, porque ele vai dominar as premiações do começo do ano. Em segundo lugar, ele é um filme mudo (ou quase) em pleno século de explosões. Por fim, é mudo, mas não é chato. Uma grande homenagem ao cinema sobre a decadência de um artista e a ascensão de outro.

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